Avalanche 2013 – Lousã

Este ano prometia, choveu a semana toda e perspectivava-se um fim-de-semana de sol a raiar, sim porque se há coisa que se pensa depois da diversão que esta prova representa, é quanto pó vamos comer…  e parecia que nesse respeito estávamos safos.

Acompanhado pelo Manuel e pelo Sargento, partimos sexta-feira pelas 11h da noite de Lisboa rumo a Gois, onde chegamos ás 2h da manhã. O roteiro era simples mas o meu velho gps, resolveu “atalhar” pelas estradas  mais impensáveis de se fazer àquela hora e com um nevoeiro super cerrado. (N??? Ancião)

Sábado de manhã foi dia de reconhecimento da grande novidade deste ano, a qualificativa. Na primeira descida ficamos com a impressão de que era um percurso mais ao estilo de uma etapa de enduro, 7km, com uma ou outra ligeira subida, estradões, single-tracks inclinados, off-cambers e curvas lentas e apertadas. Teria usado a bike de enduro para este dia sem dúvida… Há segunda já pareceu mais fácil, no entanto a partida em massa de vagas de 45 ainda era um mistério. Aquilo estrangulava logo e podia correr mal, mas não correu, e os riders foram sempre cuidadosos na abordagem pareceu-me… e no caso do Pardal ainda deu para “wipar” a concorrência.

Qualifiquei em 75º lugar, Manuel 69º, Sargento 78º, Mini 93º e a AME “pole-position” ficou para o Songo no 53º lugar. Ficamos distribuidos pelas 4ª, 5ª e 6ª fila para domingo!

Após um jantar de buxo e chanfana, misturado com etapas do wrc e topografia avançada, foi hora de rumar ao acampamento base em Gois, para os 12km com mais curvas do territorio nacional.

Domingo deu para fazer um incursão matinal pela selva abaixo do Terreiro das Bruxas, o Mini sabia uns trilhos altamente para se fazer de moto-serra e pés de gato. Correu bem e mesmo a tempo de conseguirmos subir para o Trevim para a Avalanche… mas temi o pior… Lá em cima já começava a estar tudo alinhado e pronto para a grande largada geral.

braj1

Sem pó e com boa visibilidade, foi mais fácil este ano encontrar as linhas e fugir aos embrulhanços, depois era gerir a posição alcançada e tentar nas descidas ganhar posições e eventualmente não perder muitas nas zonas de pedal.

A prova correu bem a quase todos, com excepção do Sargento que furou, destruiu a roda e partiu a corrente na zona final do muro de pedra.
Para o ano há mais!

Estas foram as posições finais:

1º Francisco Pardal
2º- Marco Fidalgo
3º – Helder Padilha
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45º- Brajal
49º- Mini
55º- Songo
66º- Manuel
93º- Sargento

Aproveito para agradecer mais um ano ao Montanha Clube, pela organização deste grande evento!

© João Franca
©
João Franca


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